sexta-feira, 24 de maio de 2013

Auto-estima, muito prazer! Eu faço ballet!

Eu não posso afirmar que sou uma bailarina frustrada, mas tinha um certo ressentimento de nunca ter feito aula de dança, fosse clássica, jazz, contemporânea, forró ou mesmo capoeira, que não deixa de ter seu bailado. Mas eu adoro dançar! Solto-me numa balada, inauguro qualquer pista de dança, do meu jeito, sem seguir regras, e requebro até o chão (modo de dizer, né...!).
Depois da aula, a gente mal consegue descer as escadas!
Depois que passei por infância e adolescência, comecei a pensar novamente no ballet e fui incontáveis vezes ao Ballet Municipal de Natal e perguntava na recepção: aqui tem ballet para adulto? Diziam que sim, que eu podia me matricular em determinada época, mas não passava disso. Eu cheguei a perguntar, com 20 e poucos anos: vocês aceitam velhinhas também?
Essa "encolhidinha" na perna dá até um nó

Mas depois que tive filha, a partir dos cinco anos ela começou a dizer: "mamãe, quero fazer ballet!". Eu adorei a ideia, pois circulo muito pela Ribeira e achava o máximo ver as menininhas-bailarinas todas lindas, de coque, collant e meia nos pontos de ônibus, acompanhadas da mãe.   
A professora manda a gente "segurar" as pernas pelo abdômen. É osso...

Na época, conversei com a minha amiga Wanie Rose, diretora da EDTAM (Escola de Dança do Teatro Alberto Maranhão), e ela me informou como proceder para matricular Alice. No primeiro ano, eu fazia como toda mãe: sentava e esperava a aula terminar, batendo papo, discutindo receitas e deixando o tempo passar. 
Olha o tanquinho surgindo aí gente! Estou me esforçando para isso

Mas quando minha filha ainda estava no baby class, já no segundo ano frequentando a EDTAM, eu me informei sobre dança contemporânea e comecei a fazer aulas com a bailarina-professora Margoth Lima. Foi maravilhoso e nos apresentamos em junho e em dezembro, de 2010, no Teatro Alberto Maranhão. Eu me sentia a "rainha da cocada preta" dançando no teatro pela manhã e tarde, por quatro dias, enquanto todo os meus colegas jornalistas estavam no batente das redações da vida. Afinal, "liberdade é ter tempo para fazer o que se quer", já disse José Mujica, presidente do Uruguai. 

Flexões: a professora Fátima Sena não perdoa 
No final do ano de 2010, eu estava fazendo uma matéria sobre os benefícios da dança, para a extinta revista Unimed &Você, e entrevistei Solange Gameiro, diretora administrativa da EDTAM. Ela me disse que no ano seguinte abriria uma turma para adultos. E eu, feliz da vida, já me considerava dentro! Passei por toda a praxe da escola (fui submetida ao teste), fui aprovada e me matriculei. A emoção de comprar meias, sapatilhas, collant foi indescritível.

Nós fazemos cerca de meia hora de alongamento e fortalecimento muscular, para depois irmos para a barra

Fiz o primeiro ano das 7h30 às 8h30. Quando o ventinho fresco da manhã batia no rosto, sentia-me uma pessoa "esforçadíssima" por estar àquele horário na escola, fazendo o meu "balezinho". Fiz novas amizades, reforcei laços, descobri uma nova fonte de prazer e continuei. Não pretendo desistir. Amo!
 Olha a cinturinha aparecendo! 

No ano passado, o horário do ballet adulto estava um pouco inconveniente e eu me matriculei com o segundo ano jovem. Claro que amei, me sentia a própria "menina", mas por motivos profissionais, fui abandonando aos poucos, no segundo semestre, de modo que este ano estou de volta a minha turma original, isto é, AS MULHERES MAIS BEM-RESOLVIDAS QUE EU CONHEÇO!!!


Valeu professora Fátima Sena, nós te amamos!

Fazer atividade física é importante para fazer o corpo funcionar melhor. Não adianta fazer algo que não te apetece, que te aborrece, que te desanima. Faça testes em várias modalidades e encontre a sua. Eu me encontrei com o ballet e a caminhada, e ainda pretendo fazer outras coisas como musculação, capoeira etc. Ah, quase me esqueço de mencionar que nos dias do ballet, terças e quintas das 8h às 9h, eu geralmente me antecipo e vou caminhando do Tirol até a Ribeira, o que dá pelo menos uma meia hora em passos rápidos. Outra coisa, não me perguntem quantas calorias a gente perde numa aula dessas, não sei, mas eu sei quanto se ganha: MUITO AMOR PRÓPRIO!!! 

EDTAM: rua Chile, Ribeira. Tel.: (84) 3232 9726. Período de inscrições para testes: todo o mês de outubro. Testes: programados para dezembro. Contribuição mensal: R$ 40 (com desconto de cinco reais para quem paga em dia). 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Glamour aos 40: conquista que exige disciplina

O título desse primeiro post do meu novo projeto que mistura vida pessoal e jornalismo - Tanquinho 4.0 - é o mesmo da matéria publicada na revista Glam (publicação potiguar criada por  George Azevedo e editada por Cinthia Lopes), em 2010, onde eu busquei a inspiração para transformar em realidade a minha vontade de estar bem comigo mesma e também com a balança e o espelho.
Saindo de casa para caminhar: asfalto e praia de Miami, Areia Preta


Eu nunca fui uma pessoa magra, saradinha, pelo contrário. Na infância, eu até era chamada de Redonda, um apelido que não acho nem um pouco interessante. Nunca fui estimulada a fazer atividade física, mas como eu sempre li a respeito, sabia que esse era o melhor caminho para "enxugar as medidas". 

Na adolescência, eu pedalava, caminhava e inventava algumas coisas na escola. Mas não era sistemática. Cansava, abusava da atividade e tchau. Quando eu ia para a praia, nos veraneios, ainda dava umas caminhadinhas, mas nada sério. 

Até que eu conheci Baía Formosa, um lugar maravilhoso, ao Sul do Rio Grande do Norte, situado a 90 km de distância, e comecei a caminhar com mais prazer. Na época, eu havia saído um emprego e estava um pouco acima do peso, e consegui enxugar quatro quilos (estava com 56kg e fiquei com 52 kg, que eu considero meu peso ideal).

Nesses mais de dez anos, eu passei por várias situações de doença e precisei tomar corticóides, de modo que engordei bastante. Cheguei a pesar 64 kg em 2008. Outra vez, a caminhada e uma alimentação mais regrada me ajudaram no processo de emagrecimento. Eu levava a filha para a escola e voltava a pé para casa, uns dois bairros de distância.

Em 2010, eu comecei a fazer aulas de dança, inicialmente contemporânea, e depois, em 2011, ballet clássico. Aí já é assunto para um outro post. Por que com a dança, estou ajudando a transformar meu corpo, afinando cintura, fortalecendo musculatura, melhorando consideravelmente a auto-estima, de modo que eu pensei: quero mais, ainda está pouco. E desde a reportagem da Glam, em 2010, a responsabilidade da idade começou a me alertar e  resolvi focar nos 40rentinhas que estão por vir, e quero chegar SARADA aos 40.

Desde o mês de janeiro, eu caminho na praia. Nas férias, caminhava todos os dias em Baía Formosa. Agora, caminho às segundas, quartas e sextas pela manhã. Às terças e quintas, das 8h às 9h, pratico Ballet Clássico na EDTAM (Escola de Dança do Teatro Alberto Maranhão). Minha altura é 1,50 cm e peso atualmente 58 kg. Quando comecei a caminhar, estava com 60 kg. Ainda não tenho meta de perda de peso, mas quero "sarar" a barriguinha.  

Será que eu consigo?   

Abaixo, um trecho da abertura da matéria Glamour aos 40
Elas são tudo ao mesmo tempo. Se alguém disser que é mentira, então experimente ser por um dia uma mulher de quarenta e poucos anos. Quase sempre mães, amantes, amigas, filhas e profissionais competentes, haja energia, rituais, truques, segredinhos, jogo de cintura e determinação para acordar de bem com a vida e dispostas a enfrentar o famoso leão de todo dia.
Chegar bem aos 40 anos tem sido um desafio comparado aos 30 de antigamente. Ex-balzaquianas, as rejuvenescidas e lindas mulheres estão provando que o fator idade está diretamente ligado à conquista da felicidade e também combina com realização pessoal. Elas consideram que o amadurecimento seja a principal vantagem de se cruzar a linha dos “enta”.
A mulher entrevistada pela revista Glam concilia vida profissional e pessoal e tem buscado realizar seus desejos mais secretos, sem abrir mão dos cuidados essenciais para pele, corpo e cabelos. O paradoxo diante do espelho é inevitável: cientes da plenitude da beleza, elas são obrigadas a conviver com a diminuição do potencial metabólico.
Quem prefere não brigar com a balança, parte conscientemente para a prática de atividade física regular. É o segredo mais importante de quem caminhou por quatro décadas de vida e é consciente do desequilíbrio que ocorre nessa fase. Então é bom preparar-se. A médica Uianê Azevedo, 40 anos, obrigou-se a seguir uma rígida rotina de ginástica e musculação há pelo menos cinco anos.
“Eu sempre pratiquei atividade física, mas não levava tão a sério, então percebi que era importante começar a me preparar”, revela. Aliado a outros cuidados, o resultado não poderia ser mais impecável. Uianê é uma mulher clássica, gosta de salto alto, colar de pérolas e se dá ao luxo de revelar toda sua beleza usando rabo de cavalo. Ela poderia ser considerada uma sortuda pela natureza, mas ao falar do seu modo de vida, responsável direto pela manutenção do mesmo peso há mais de 20 anos, é fácil concluir que o equilíbrio é o segredo para tudo. 

























quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Cumpro à risca o desejo de ser feliz

(Essa foto , de um quadro de um dos meus artistas favoritos, Marcelus Bob, foi enviada pela assessoria do deputado Fernando Mineiro e estava guardada em minhas imagens. Achei por bem inseri-la neste post. Salvo engano, é do fotógrafo Clóvis Tinoco).

A vida é muito engraçada. Até quando temos problemas, aliás, difícil não tê-los. As 24 horas do dia se encerram antes do prazo estabelecido para que eu possa concluir minhas tarefas. Enumero nos dedos os abacaxis que preciso descascar. Ao mesmo tempo, penso com ansiedade visível o que presumo ser a solução. Não tenho forças para lutar contra a lentidão dos meus sentidos. Respiro fundo, calço tênis, (des)combinando com saias ou vestidos, faço contas no cartão de crédito para ser feliz antes do prazo.
Desejo sentir um pouco de atenção. Tenho um medo – recorrente - de estar sozinha em uma jornada que começou há alguns anos e que mudou totalmente minha rotina, meus ideais, minhas metas, minhas necessidades. Aliado a isso, junto os desejos de outrora, ainda não saciados, e me deparo com uma grande bola de neve. Continuo sendo a mesma, mas adquiri adendos e anexos. Acho mais bacana ser imprevisível, mas sinto falta de cumprir à risca uma rotina. Para as metas do ano, organização seria a primeira, porém, minha agenda permaneceu branca até ontem.
Felizmente, tenho contado com a sorte. Espero que ela me bata à porta sempre. Tem estado presente, porém, não posso pensar que sou o “Gastão”, que acha trevos de quatro folhas a todo instante. Faço a dieta do amanhã, aquela que tem dia e hora para começar, mas não começa nunca. Ontem foi somente o prelúdio. Amanhã buscarei refúgio. E assim, amarro com os dentes o que não estará seguro com os pés. Bye bye. Tô indo embora de novo. Para a rua, trabalhar dessa vez.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Ousado e forte o café de minha vida

Por coincidência, achei uma foto perfeita para ilustrar o post.
http://coracao-de-tangerina.blogspot.com/2008/12/caf-com-canela.html

Até que um dia eu descobri uma forma diferente de tomar café com canela e apostei que realmente você me faz feliz. Isso mesmo. Por alguns dias de nossa vida, a gente tem que sonhar e acordar sem medo de revisitar verdades que um dia pensamos ser absolutas. Experimente ficar uns dias de molho, remoendo pensamentos torpes, e perceba que é mais fácil ser lua do que ser o sol escaldante do verão que bronzeia até pensamentos.

Parece que estou triste, tão sóbria, sem sentimentos extras, apenas necessários. Acenderei velas para o anjo, soprarei bolinhas ao vento, purgarei meus sentidos para o alto. Levantarei as mãos e estudarei propostas decentes. Receberei convites e pretendo entendê-los de pronto. Não me farei de rogada momento algum. Quando o fizer, não serei eu, mas uma menina tola que não sou. Gosto do meu café amargo, do seu sorriso doce, das covinhas originais de sua face. Gosto também de acreditar mais uma vez que sou fogo. Na roupa.

Volto a dizer que o seu café é doce mais do que o infinito, porque a dose de carinho extrapola o açúcar branco que o adoça de fato. Volto a dizer que o aroma da canela me estimula. Repito e grito, ao som inaudível, suspiro apenas, que gostaria de ter inventado essa nova forma de aromatizar meu delicioso café expresso. Regurgito memórias francas de um dia ter sido uma estrela solitária no meu próprio coração.

Mais uma vez reforço a ideia de que o seu café com canela reflete meu atual estado de espírito. É a reinvenção do que um dia eu tentei fazer, e fiz, mas não com essa sabedoria. Acatei e me apossei de sua receita. "Suas ideias não correspondem aos fatos"* e os meus desejos se tornam reais.
Amanheço pensando no bolo de noiva que deixei guardado para o café da manhã. Penso que o seu café com canela irá compor um casal perfeito. Penso que se eu demorar a decidir o que fazer, não serei eu a remediar o irremediável, mas serei a própria a distribuir sorrisos cálidos para uma multidão que deseja experimentar um beijo tórrido.
* O Tempo não pára - Cazuza.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Alan Jhones conquista título nordestino de surf profisisonal

Foto: www.cearasurf.com.br

Eu poderia começar este texto de uma maneira formal, jornalística, afirmando que o surfista formosense Alan Jhones, 20 anos, é o atual campeão nordestino profissional, no circuito promovido pela ANS (Associação Nordestina de Surf ) e definido na 9ª etapa patrocinada pela marca Solder. O evento ocorreu sábado e domingo, 12 e 13, na Praia do Futuro, em Fortaleza (CE). .
Sem me ater à estética profissional do texto informativo, prefiro expressar minha alegria de torcedora, de divulgadora, de "conterrânea" que confia no talento do cara e sabe que ele vai ser o melhor. Estou muito feliz porque realmente ele fez de tudo para conquistar um objetivo que o lançará no meio dos famosos. Quem sabe Alan Jhones seja o responsável por içar BF à condição de celeiro de surfistas promissores. Torço que isso acontece há tempos.
No surf, infelizmente, poucos atletas ficam famosos em outros meios, a não ser alguns bastante consagrados, mas são raros. Porém, no calderão deles mesmos, respeitam-se e procurar imitar ou seguir o estilo do ídolo.
Alan é um desses caras que aprende com os famosos surfistas. Quando determinou que seria um campeão, ele começou a assistir a vídeos, ver fotos em revistas e se interessar por tudo o que poderia ser útil para desenvolver manobras cada vez mais diferenciadas. Enfim, ele precisava definir seu estilo próprio. E conseguiu. Ele voa cada vez mais alto de sua prancha.
Parabéns a Alan e José Júnior (Chupetinha), ambos surfistas de Baía Formosa (RN), que deram um bocado de trabalho aos colegas nordestinos.
Leiam notícias sobre o evento no site
http://www.cearasurf.com.br/
e no link http://www.cearasurf.com.br/index.php?acao=interna&sessao=1&grupo=Principal&subgrupo=Capa&leiamais=4357

sábado, 12 de dezembro de 2009

Milagres na Feira do Alecrim


Acordei e pensei. Vou à feira. Como eu moro bem próximo à Feira do Alecrim, o roteiro foi esse mesmo. Sacola no ombro e dez contos no bolso. Em casa, apenas três pessoas para comer do meu angu. Portanto, pensei que eu conseguiria a proeza de fazer as compras com minha irrisória quantia. E deu certo.
Primeira parada: goiaba (R$ 2,00 o kg). Segunda: laranja (6xR$ 1,00). Minha filha ama essas frutas, ricas em vitamina C. Que ótimo. Economizo remédio. Passeio um pouco e me deparo com uma promoção: quilo e meio do tomate por um real. Vou nessa. Que mais eu compro? Penso no café da manhã e compro um pacote de goma fresca. Lá vai mais um. Banca de verduras e gasto R$ 1,50 com alface e rúcula. Na cara de pau, peço um molho de coentro.
Aliás, cara dura foi o meu forte, porque consegui que o homem despachasse menos de um quilo de arroz da terra. Ele me vendeu o equivalente a outro real. Para combinar, feijão verde: dos quatro reais equivalentes ao quilo, posso dispor apenas de R$ 1,50, menos de um quilo também. E para que tudo isso funcionasse com um sabor bem característico, um pacotinho de cebolas.
Bem, deu tudo certo. Só não comprei bananas, mas terei o direito de passar o fim de semana com duas frutas. E o almoço? Complementei com proteína texturizada de soja, aquela mais grossa, e ficou tudo uma beleza. Rango gostoso, saudável, fresco e barato.
Eu amor viver a vida, mesmo nos apertos!!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

(Des) aniversário



Todos os dias a gente envelhece, mas somente nos damos conta quando completamos mais um ano de vida. Essa semana, eu fiz 35 anos (quase digito um dois na frente do cinco). Eu não consigo ser "coroa", vestir-me ou portar-me como uma quase senhora. Quando escuto essa palavra, penso sempre que as pessoas estão se referindo a outra pessoa, mesmo quando minha filha me responde: senhora!
Sou menina besta, engraçada, gosto de andar nua dentro de casa, de cruzar as pernas e conversar besteiras. Gosto de me lambuzar de chocolate, de chupar macarrão, de me entregar à areia da praia. Sou uma eterna adolescente, que não tem medo de nada, que sonha ainda com o futuro, embora ele já tenha aparecido há tempos para mim. Sou mãe e minha filha dá risadas comigo, porque sou despojada e simples.
Tenho medo de barata, de rato e de bicho papão. Não sei fazer strip-tease, nem sei usar fio-dental, como muitas mulheres adultas que eu conheço. Antes de me sentir culpada, por não ter crescido até hoje, eu me pergunto se é obrigatório vestir a máscara de uma ELIADE adulta, que até eu mesma desconheço.
Segunda-feira passada, no dia 7 de dezembro, a lembrança que me veio à mente é que no meu aniversário de 14 anos eu ganhei uma mochila de presente da minha mãe. E este ano, passados 21 anos, o presente que eu pensei em me presentear foi exatamente uma mochila. Isso quer dizer que, para mim, os anos se passam, mas o meu desejo permanece o mesmo: viver com os pés no chão e a cabeça nas nuvens. Oxalá!