
Era a menina Heleninha
Que de triste nada tinha
Aquela boneca de louça
Todo ano ganhava de novo
Sempre a mesma em papel pardo
Vinha com laço de fita engomado
Todo mundo já sabia
Mas a menina alegre seguia
Brincando entre os canaviais
Nos braços sempre a levava
Com medo de seu brinquedo vir a quebrar
Por acidente a menina a perdeu
Em mil pedaços partiu
Chorou dias seguidos até que depois esqueceu
(Eliade Pimentel)
Que de triste nada tinha
Aquela boneca de louça
Todo ano ganhava de novo
Sempre a mesma em papel pardo
Vinha com laço de fita engomado
Todo mundo já sabia
Mas a menina alegre seguia
Brincando entre os canaviais
Nos braços sempre a levava
Com medo de seu brinquedo vir a quebrar
Por acidente a menina a perdeu
Em mil pedaços partiu
Chorou dias seguidos até que depois esqueceu
(Eliade Pimentel)
Nenhum comentário:
Postar um comentário