Tudo o que eu não queria hoje era encontrar um "ex" - que eu simplesmente fui louca e apaixonada - na mesma escola de minha filha, buscando o filho.
E com a cara de pau de quem me trocou por outra "mais certinha" do que eu, alguns anos atrás, abre um sorrisão de felicidade por me ver (suada, descabelada, sem batom, sem glamour), e ainda pede meu telefone, perguntando se pode me ligar, porque às vezes tem vontade de falar comigo etc.
Como dizia um outro "ex": eu tenho certeza de que o diabo é corno. Que esse cara deseja conversar comigo? Seja o que for, tô fora.
Não quero me meter em uma famializinha tão mediana: pai, filhos, mãe, frustrações.
E o que eu tenho a ver com essa história de pode? Tô doida é?
Deu vontade de responder: eu posso tudo, receber ligações de quem quer que seja, inclusive do meu namorado, mas não sei se você pode ligar para todo mundo que você deseja, já que você e tão quadrado, tão idiota a ponto de ter me preterido por achar que minha liberdade era demais para sua caretice.
Pronto. Falei agora o que na hora respondi apenas com uma acidez quase letal: pode, só não sei se VOCÊ PODE. Na hora, resumi a essas poucas palavras o que tive vontade de esbravejar.
Sabe aquela dia em que você pisou em rastro de cobra - sei lá?
Pois na sequência, aconteceu outro babado, e eu estou naquela política de não deixar passar nada, ao mesmo tempo em que não quero dizer todas as verdades.
Disse com rispidez o que queria gritar com desprezo.
MEU DEUS, PERDOAI ÀS PESSOAS FRUSTRADAS...
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